terça-feira, 15 de janeiro de 2019

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quarta-feira, 10 de outubro de 2018

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terça-feira, 24 de julho de 2018

Ethiopian Moçambique Airlines Vai Voar Este Ano Com Base Em Nacala



A Ethiopian Airlines está a constituir uma nova companhia aérea na República de Moçambique que terá maioria de capital da empresa etíope e que deverá ficar baseada no Aeroporto de Nacala, no norte do país. Trata-se de um aeroporto novo, com grandes potencialidades de desenvolvimento e implantado numa zona de grande futuro, estrategicamente situado a poucas horas de voo de diversos países do sudeste africano.

A nova empresa que tem vindo a ser anunciada desde há alguns meses pelos responsáveis pela companhia etíope, a maior no sector da aviação comercial e ensino de pilotagem e formação de quadros para o sector aeronáutico no continente africano, terá a designação de Ethiopian Moçambique Airlines (EMA).

O jornal 'Notícias' que se publica na cidade de Maputo, anuncia nesta segunda-feira, dia 23 de julho, que a nova companhia irá iniciar voos domésticos regulares em Moçambique no máximo dentro de dois meses, citando declarações do presidente do Instituto de Aviação Civil de Moçambique (IACM), comandante João Abreu.

Segundo o responsável pelo IACM, a companhia etíope já voltou a apresentar a documentação necessária para o início das ligações regulares, depois que da primeira vez que o fez os papéis terem sido devolvidos para correções pontuais.

A nova companhia está na terceira das cinco fases necessárias para a obtenção de certificado de operador aéreo (COA) em Moçambique, fase que na opinião de João Abreu é a mais importante por ser aquela em que se procede à verificação completa dos manuais e documentos exigidos.

As duas fases subsequentes consistem na demonstração da capacidade de cumprir com os procedimentos de segurança, num voo experimental, e na entrega formal do certificado aéreo, autorizando a empresa a voar em Moçambique.

A entrada da Ethiopian Airlines no mercado doméstico de transporte de passageiros decorre de um concurso lançado em 2017 pelas autoridades moçambicanas visando a concessão de rotas no espaço aéreo nacional.

A abertura do mercado doméstico e internacional a outras companhias resultou de uma decisão governamental, pressionada pelo Presidente da República, face à inoperância da companhia aérea de bandeira – a LAM Linhas Aéreas de Moçambique – bastante penalizada pela falta de aviões, constantes avarias de equipamentos e pela difícil situação financeira que a companhia vive desde há vários anos, mergulhada num ambiente de grande desorganização conjuntural. No entanto, de todas as empresas que se habilitaram aos serviços, apenas a Solenta Aviation, em parceria com a FastJet, iniciou voos domésticos entre aeroportos nacionais.

A Ethiopian Airlines ganhou 96 rotas nacionais e internacionais, algumas das quais terão início ainda neste ano após a certificação da nova empresa aérea que promete dominar os céus e aeroportos de Moçambique.



segunda-feira, 23 de julho de 2018

South African Airlines celebra o centenário de Nelson Mandela



Para marcar o centenário de Nelson Mandela, celebrado nesta quarta-feira (18) em todo o mundo, a South African Airways (SAA) introduziu uma série de iniciativas especiais.

A companhia aérea adesivou três aeronaves de sua frota – um Airbus A320-200, A330-300 e A340-600 -, com um logotipo especialmente criado para essa ocasião, bem como com o logotipo oficial 'Be the Legacy' (Seja o Legado, em tradução direta para o português), em reconhecimento à contribuição de Mandela para a humanidade.

Nos próximos meses, capas para encosto de cabeça e copos de papel personalizados serão oferecidos dentro das aeronaves da SAA. O entretenimento a bordo da companhia também homenageará Mandela, e os viajantes são incentivados a assistir ao filme Mandela: Long Walk to Freedom, além do documentário esportivo A Copa do Mundo de Mandela, nos voos internacionais.




segunda-feira, 16 de julho de 2018

Cabo Verde Airlines Cancelou Todos Os Voos Por Não Ter Frota Disponível



A Cabo Verde Airlines (nova designação comercial dos TACV – Transportes Aéreos de Cabo Verde) anunciou nesta terça-feira, dia 3 de julho, que cancelou todos os voos até quarta-feira, dia 4, devido a atrasos na reposição da frota, tendo acionado o programa operacional de proteção de passageiros.

"Por motivos de natureza técnico-operacionais houve um atraso na reposição da frota. Assim, a Cabo Verde Airlines vem informar que entre os dias 2 e 4 de julho os voos serão cancelados devido a este atraso", esclareceu em comunicado o conselho de administração da empresa.

"Um dos aviões B767, que estava previsto chegar no dia 1 de julho, por motivos técnico-operacionais só chegará a Cabo Verde muito mais tarde...", acrescentou a empresa.

O cancelamento irá afetar os passageiros provenientes do Brasil e com ligações para a Europa que, segundo a empresa africana, serão encaminhados para outras companhias.

"Todos os passageiros estão a ser devidamente informados e está em curso um programa de proteção dos mesmos", adiantou a companhia.

De acordo com o compromisso assumido com o locador, a reposição da frota deverá ocorrer na quarta-feira, permitindo cumprir com os voos programados. A empresa lamentou "todos os constrangimentos causados aos passageiros e parceiros".

A TACV está em processo de reestruturação, tendo o Governo assinado com o grupo islandês Icelandair um contrato de gestão, de forma preparar a empresa para a privatização.

A companhia começou a operar com dois aviões da Icelandair em novembro e, aquando da assinatura do acordo de gestão, em agosto, o Governo cabo-verdiano anunciou que a frota da empresa iria receber até ao final deste ano mais três aviões.

Com um passivo acumulado de mais de 100 milhões de euros, a companhia, que mudou a sua base operacional da capital cabo-verdiana para a Ilha do Sal, assegura agora apenas as ligações internacionais, depois de ter sido cedido à Binter Cabo Verde o mercado doméstico.

Com esta tremenda necessidade, quem sabe se a TAAG irá alugar um Boeing à Cabo Verde Airlines?

sexta-feira, 6 de julho de 2018

INAVIC Empenhado Na Solução Dos Problemas De Segurança Aérea Em Angola



O Instituto Nacional da Aviação Civil, INAVIC, está a trabalhar no sentido de, nos próximos dias, pôr fim aos dez anos de proibição de operar no espaço aéreo da União Europeia (UE), disse em Luanda, o director-geral da entidade, Rui Carreira.

Em declarações à agência de notícias 'Angop', Rui Carreira esclareceu que a notícia sobre a proibição, feita pela Agência Europeia para a Segurança da Aviação, de 13 companhias aéreas angolanas de voar para o espaço da União Europeia, é apenas uma atualização semestral da sua lista de segurança.

"Na verdade quem consta da safety list e está interdito de operar naquele espaço é o INAVIC, devido a algumas irregularidades ligadas à segurança aérea, detectadas, há cerca de dez anos, no decorrer de uma auditoria da ICAO. Como consequência as companhias nacionais foram penalizadas", explicou.

Revelou que, apesar de a situação já estar regularizada junto da ICAO, desde Março de 2017, a União Europeia continua a fazer exigências ao INAVIC e só depois de o instituto enviar a documentação solicitada, a UE poderá levantar a proibição que afecta as 13 companhias nacionais.

Rui Carreira adiantou que todas as companhias angolanas citadas no documento publicado em Junho último, pela agência da EU, são apenas operadoras domésticas, daí a razão de não terem feito esforços para sair do referido anexo.

Do anexo A da Agência da UE constam a Sonair, Mavewa, Helimalongo, Heliang, Gira Globo, Fly540, Diexim, Angola Air Services, Air26, Air Nave, Air Jet, Air Guicango e Aerojet.

A TAAG é a única companhia aérea angolana autorizada a voar, sem restrições, no espaço aéreo e territórios dos estados membros da União Europeia.

Há mais de uma década, a Organização Internacional da Aviação Civil (ICAO) tem vindo a realizar auditorias no âmbito do seu Programa Universal de Supervisão e de Segurança e Auditoria, que permitem avaliar as capacidades de supervisão em matéria de segurança dos estados membros.

O monitoramento contínuo adoptado pela ICAO possibilita a verificação progressiva do nível de conformidade dos estados com as normas e práticas recomendadas, a produção de procedimentos, da documentação necessária e a análise de factores de risco relacionados com a segurança.